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"Não sei colocar nem minhoca em anzol" (Crivella, novo ministro da pesca)

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Invasão Haitiana


O Acre está entre os estados mais pobres do Brasil e é justamente para lá que os haitianos fugindo do flagelo no Haiti estão migrando.

Há tempos escrevi sobre o terremoto que houve lá por aquelas bandas. O Haiti é cheio de praticantes de vodu (o país foi dedicado a esta prática), religião esta que será trazida ao país pelos imigrantes que têm chegado.


Tal como vem acontecendo com a Inglaterra, a entrada de grupos culturalmente diferentes causa grande impacto na sociedade, a começar pelas leis. Os ingleses hoje estão ameaçados pela invasão árabe muçulmana que tenta implantar a shari’a em toda aquela nação. Há lugares na Grã-Bretanha onde já se realiza casamentos polígamos, onde haréns são beneficiados e onde várias mulheres herdam os bens de um só marido.

A Inglaterra pode, em pouco tempo, passar de uma nação cristã para uma nação muçulmana. A intensa onde de imigração está minguando a tradição daquele que outrora terá concebido o cristianismo anglicano.

O que impede que algo desta magnitude aconteça no Brasil? O que os muçulmanos levaram para a Inglaterra foi aquilo que tinham, sua cultura e sua violência (vide atentados):

No dia 7 de julho de 2005, quatro jovens muçulmanos britânicos detonaram os explosivos que traziam junto a seus corpos em três vagões do metrô e um ônibus em Londres, deixando 56 mortos e mais de 700 feridos de onze nacionalidades.

O que os haitianos trarão para o Brasil além de sua cultura e sua religião? Essa questão precisa ser levantada urgentemente.

Os militares brasileiros já começaram a admitir o receio pelo aumento da onda de violência em Porto Príncipe, capital do Haiti, e principal cidade atingida pelo forte terremoto de 12 de janeiro.

Recebê-los no Brasil não significa, neste momento, dar asilo. A situação da qual fogem não está estabelecida como motivo de asilo em nenhuma parte da constituição brasileira ou das leis internacionais. Ademais, fome há no Haiti como há também no Brasil, em particular no Acre, um dos Estados brasileiros mais pobres. 

Numa ótica imparcial, os primeiros a serem beneficiados deveriam ser os brasileiros em extrema miséria, e não os haitianos. Tampouco trata-se de nacionalismo prosaico ou outros títulos costumeiros.

As questões que levanto são sobre segurança, cultura, religião e desigualdade social.

Se tantos acreanos não conseguem trabalho e vivem na extrema miséria, como informam os dados do governo, o que farão os haitianos que vierem para cá para conseguirem comer e vier além de cometer violência, roubos e coisas piores?

Não sou contrário à ajuda humanitária aos haitianos de maneira alguma.
Não se alimenta os filhos dos outros enquanto os seus passam fome.

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